A assimetria mamária está presente em cerca de 25% das mulheres, o que torna essa situação muito corriqueira nos consultórios de cirurgia plástica.

Quando pensamos em assimetria, a primeira diferença é com relação ao volume.

No entanto, muitas outras estruturas anatômicas podem apresentar assimetria em decorrência do desenvolvimento desigual das mamas, como sulco mamário, localização do complexo aréolo- papilar e até a base mamária, causando diferença na largura das mamas, quando são medidas à partir da linha central.

Para o tratamento das assimetrias, todas essas diferenças devem ser levadas em conta, podendo ser realizada somente a mamoplastia com adequação de pele e volume, como também podemos utilizar próteses mamárias para aumento de volume e adequação das diferenças.

Cada caso deve ser avaliado para que haja um planejamento cirúrgico individualizado.